Intenção de comprar e alugar imóveis na Black Friday subiu 15% neste ano.


A compra e aluguel de imóveis deve ganhar destaque na Black Friday deste ano, indica uma pesquisa de intenção de compras encomendada pelo Google e realizada pela Provokers. Os dados apontam que a categoria de imóveis subiu 15% em importância na intenção dos brasileiros para a Black Friday deste ano, em comparação com 2019.
Para o Google, a alta acompanha mudanças de prioridades em relação à casa durante a pandemia, além das taxas competitivas de financiamento nos últimos meses. Segundo as buscas do Google, o volume de pesquisas sobre imóveis cresceu 34% em outubro, depois de uma queda de 3% entre março e abril. Os consumidores também começaram a buscar mais por aluguel (+70%) e compra/venda (+73%).
O Google afirma que o índice é maior que o volume registrado em janeiro, mês de maior sazonalidade para o segmento de imóveis.
 
Novas prioridades na procura por imóveis
 
Outro estudo realizado pelo Google mostra que o consumidor mudou suas prioridades na busca por imóveis, influenciado pela pandemia do novo coronavírus. A busca por casas que tenham churrasqueira, por exemplo, cresceu 110% em agosto na comparação com o mesmo período do ano passado. Casas com piscina ou varanda registraram alta de 93% e 63%, respectivamente. “Com o distanciamento social, a relação com a casa trouxe muitos novos significados e necessidades funcionais: passou a ser o local de trabalho, estudo, exercício e contínua atenção”, ponderou Gustavo Souza, diretor de negócios para serviços do Google. “Toda essa intensidade também gerou a necessidade de uma reinvenção do lazer: o que antes eram espaços de descompressão e diversão, como salas de estar e cozinhas, viraram home offices adaptados ou locais de constante trabalho e pouco descanso, o que levou os brasileiros a procurarem por imóveis com novas e ampliadas opções de lazer”, complementou.
 
O Google também pesquisou o comportamento dos consumidores. Para 28% dos brasileiros, é hora de mudar quando a casa não atende mais a suas necessidades. Outros 25% citaram como motivo para a mudança o sonho da casa própria. A falta de condição de condição financeira para continuar onde está (22%), mais espaço para a família (15%) e mudança de emprego (15%) foram outras razões apontadas pelos brasileiros.

fonte: https://economia.uol.com.br/noticias

Primeiro lugar: Maceió é o destino turístico mais procurado do Brasil

Mais uma pesquisa realizada pela plataforma Decolar desta vez sobre o interesse dos viajantes no Turismo nacional pós-pandemia. 57% dos entrevistados farão uma viagem nacional e que Maceió tem a preferência de todos com 42%, liderando o ranking nacional. Isto significa que Alagoas é atualmente o destinos brasileiros mais procurado.
Em segundo lugar vem Jericoacara no Ceará e Natal, no Rio Grande do Norte. Os entrevistados revelaram também quando pretendem viajar e a revelação é incrível: outubro e novembro, mesmo sem qualquer certeza da existência de uma vacina para o covid-19.
O levantamento foi iniciado em maio de 2020 e teve como base uma pesquisa exclusiva com mais de 1.100 usuários da plataforma. E a boa notícia é que 57% deles farão uma viagem nacional ou pretendem viajar pelo Brasil entre outubro e novembro deste ano (confira os destinos preferidos logo abaixo).
“A tecnologia está em nosso DNA e a nossa expertise em inovação nos permite adaptar os nossos serviços e produtos às novas necessidades dos clientes. E, esse estudo faz parte desse nosso movimento”, afirmou o diretor-geral da companhia, Alexandre Moshe.
PRÉ-PANDEMIA
Perguntados sobre o motivo da última viagem realizada, mais da metade (58%) dos respondentes disseram que sua última viagem foi feita nas férias. O segundo principal motivo de viagem mais recente (18%) foi visita a familiares ou amigos. Escapada de fim de semana (11%), negócios/estudos (7%) e evento (3%) também figuram entre os principais motivos.
A pesquisa também apontou que 63% dos clientes tinham uma viagem agendada este ano. Deste total, 27% ainda não tomaram a decisão se viajarão, os outros 27% cancelaram e 20% seguem com a viagem confirmada. Já 12% remarcaram para outra data. O estudo também revela que 23% dos consumidores ainda não programaram uma viagem, mas pretendem fazer isso ainda este ano.

PÓS-PANDEMIA
Com relação à distribuição do orçamento doméstico – com exceção das despesas básicas –, os resultados mostram o interesse prioritário pelo ensino à distância, seguido pelas viagens. “A paixão por viagens é uma característica dos brasileiros. Estamos notando um crescente aumento nas buscas por viagens nacionais, principalmente para destinos de praias, e até internacionais. Após muito tempo confinadas, muitas pessoas estão sonhando em viajar, porém mais atentas aos protocolos sanitários”, afirmou Moshe.
A pesquisa também revela que 56% pretendem viajar de avião. Em relação à hospedagem, 47% ficarão em hotel; 21% em casas de familiares ou amigos; 15% em pousada, 8% em resort; 3% em hostel; 3% em casas de aluguel; 2% em sua própria residência de férias; 1% em hotel-boutique. A viagem em família representa 40% e tem como motivo principal o descanso.
O estudo também levou em conta o interesse pelos destinos internacionais: 46% dos viajantes pretendem ir ao Exterior no primeiro semestre de 2021 e 22% dos clientes planejam ir à Europa, seguida da Argentina, Portugal e outros destinos na América Latina.

Fonte: http://meioambienteeturismo.blogsdagazetaweb.com/2020/08/14/primeiro-lugar-maceio-e-o-destinos-turistico-mais-procurado-do-brasil/

Portabilidade de crédito imobiliário pode ser benéfica ao consumidor

Os clientes bancários têm o direito de transferir suas dívidas de um banco para outro, gratuitamente, conforme estabelece o Banco Central. Esse procedimento é conhecido como portabilidade, e pode ser aplicado, inclusive, no caso de financiamentos imobiliários.

“Hoje, a Selic, que é a taxa de juros básica utilizada para cálculos de crédito, está em 2%, ou seja, um índice 40% mais baixo do que era há cinco anos. Então, quem contratou um financiamento com juros maiores pode se beneficiar com a portabilidade para outro banco”, afirma Henrique Lian, diretor de relações institucionais da PROTESTE. “Afinal, quem contratou um financiamento imobiliário com taxa de 10%, por exemplo, terá esse índice até a quitação”, explica.


No entanto, segundo Henrique, o consumidor precisa ficar atento a alguns detalhes. “O financiamento imobiliário tem a taxa de juros inspirada na Selic, mas outros fatores também compõem o índice final: histórico de pagamentos do cliente, avaliação de riscos, avaliação do imóvel , taxa de contratação, análise de documentos dos vendedores e dois seguros, um de morte e invalidez do contratante (em caso de falecimento de quem contratou, a dívida é quitada) e o outro de segurança do próprio imóvel”, destaca.

Como saber se a portabilidade é vantajosa?

De acordo com Henrique, com a baixa da Selic, muitos consumidores estão procurando a portabilidade da dívida. Porém, ele alerta que os interessados devem avaliar também os demais itens cobrados antes de efetivar a transição.
“É importante que o consumidor analise todos os itens citados, que compõem o chamado custo efetivo total do imóvel”, orienta. “Em geral, a portabilidade vale a pena, mas o novo banco fará novamente a mesma série de procedimentos de análise que o anterior já fez. Afinal, um imóvel adquirido há alguns anos pode ter sofrido mudanças de mercado, e toda a documentação precisará ser analisada novamente. O banco poderá ou não cobrar uma taxa por isso”, diz Henrique, ressaltando que a portabilidade é gratuita, o que pode ser cobrado é esse custo de avaliação.


Confira uma simulação
Um financiamento de R﹩ 500 mil em 20 anos, contratado por uma taxa média de 11% (índice comum antes de 2019), pode passar para uma faixa de 7% de juros ao ano com a portabilidade. Isso significa uma economia de R﹩ 185 mil, ou mais de um terço do valor total do imóvel. Já um financiamento de R﹩ 700 mil em 25 anos, também passando de 11% para 7%, a economia será de R﹩ 245 mil.

“O consumidor deve avaliar se as outras taxas estão compatíveis, mas via de regra a portabilidade é vantajosa. Vale ressaltar que o interessado não é obrigado a se tornar cliente do banco para o qual migrou seu financiamento”, explica Henrique. “No entanto, nossa orientação é de que, antes de pedir a portabilidade, o consumidor analise as opções oferecidas por outras instituições e busque renegociar o financiamento com o seu próprio banco”.

Maceié é o melhor lugar para comprar imóvel para investir. É o 2º destino mais procurado pra o Carnaval de 2021

Adivinha quem é o 2º destino mais procurado pra o Carnaval de 2021? 👀 Isso mesmo! A nossa Maceió. 💙🎉 De acordo com a pesquisa da @decolar, nós estamos na frente de cidades como Recife, Rio de Janeiro e São Paulo para quem curtir o feriadão longe da folia e com muito descanso! Legal demais, né? 😍 Isso tudo é fruto de um trabalho liderado pelo nosso Sec @rafaelgbrito para promover o turismo no estado. 👏

O momento de investir em imóveis é agora

Mais alguns meses e 2020 chega ao final. O ano foi totalmente atípico do ponto de vista da saúde, pois o mundo enfrentou uma pandemia jamais vista. Por outro lado, o setor da construção civil atingiu picos de crescimento surpreendentes e, pelo o que tudo indica, um novo ciclo econômico está se reiniciando. Nesse momento de crise mundial, o investimento imobiliário acaba sendo uma das melhores opções para quem busca rentabilidade e menor risco: uma aposta palpável, já que a taxa básica de juros está em queda – 2% ao ano, o que levou os bancos a terem as menores taxas de juros de financiamento habitacional da história.  

É neste cenário que a aquisição de um imóvel e o financiamento – por parte da população que ainda vive de aluguel ou mesmo para quem busca investimentos acaba sendo o melhor negócio. A solidez do mercado da construção civil é a tendência de valorização dos imóveis nos próximos anos, o que torna os investimentos imobiliários uma das melhores alternativas do mercado. 
“Com as taxas de juros baixas, o financiamento a longo prazo acaba sendo a opção mais segura neste período durante a pandemia. Por conta disso, muitas pessoas estão retirando o dinheiro de aplicações financeiras para investirem em imóveis”, alerta Bruno Chuery, sócio diretor da Bild Desenvolvimento Imobiliário em Araraquara (SP).  
Segundo dados da Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, as vendas de imóveis no segundo trimestre de 2020 tiveram alta de 10,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A entidade acredita que, com as quedas dos juros e a perspectiva de que a economia vai se recuperar a médio e a longo prazo, os investidores projetam os imóveis com um caminho de sustentabilidade nos negócios, pois sofrem menos impacto, comparado às instabilidades financeiras.  
“O que percebemos é que com o custo de oportunidade, com a baixa rentabilidade na renda fixa, muitos compradores passaram a buscar outros tipos de investimentos que possam trazer rentabilidades mais expressivas neste contexto. A possibilidade de comprar um imóvel e ganhar mais que a renda fixa com a valorização do m² e com a renda de aluguéis deve levar grande parte dos clientes a decidir pela aquisição imobiliária nos próximos meses”, mostra Bruno Chuery.  
O diretor compara ainda a valorização imobiliária com investimentos comuns como poupança, renda fixa (CDI), bolsa de valores (Ibovespa), fundos imobiliários (IFIX) ou índices como o dólar e a inflação (IPCA): até hoje imóveis apresentaram a maior rentabilidade média contabilizada no período de 2008 a 2013.
“Nos últimos dois anos, um volume significativo de novos consumidores entrou no mercado imobiliário através do crédito e estamos assistindo a essa corrida pelo financiamento imobiliário, mesmo em tempos de pandemia”.  
Segundo dados da ABECIP (Associação das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) atingiram R$ 11,7 bilhões em agosto de 2020, representando um crescimento de 8,3% em relação ao mês anterior. Comparado ao mês de agosto de 2019 houve um crescimento de 74,7%. O volume financiado em agosto foi o maior, o que representa um aquecimento nos preços do mercado ao longo dos próximos meses.  
Investimento em Araraquara  
Para quem vive na região de Araraquara, uma opção rentável de investimento é o recente lançamento da Bild Desenvolvimento Imobiliário, construtora com mais de 13 anos de atuação em cidades dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, que conta com 48 empreendimentos lançados, destes 25 já foram entregues (incluindo três hotéis) e uma carteira de mais de 4 mil clientes. O empreendimento Moove Concept Home traz opções de apartamentos de 59 a 77m² (com 1 ou 2 suítes) e ainda oferece serviços compartilhados para deixar a vida mais prática, através da versatilidade de plantas inteligentes e a possibilidade de integração de ambientes com um living gourmet ou com a lavanderia embutida. O edifício será construído no bairro São Geraldo, uma região estratégica de Araraquara, próximo à Avenida 36.  
Box:  
Por que imóveis são as melhores alternativas para investimento neste momento?  
1) Eles se transformam em renda mensal (via aluguel).
2) É um investimento seguro, que sofre menos impacto das instabilidades financeiras, mesmo em momentos de crise.
3) Sempre apresentaram rentabilidade no longo prazo.  
Fonte: *Abrainc

Documentos necessários para fazer a solicitação do financiamento

A busca por investimentos em imóveis no exterior está se tornando uma prática cada vez mais comum entre os brasileiros. Segundo dados da pesquisa Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), realizada pelo Banco Central do Brasil (BC), a procura pela aquisição de imóveis no exterior aumentou em 240%, entre os anos de 2007 a 2017, atingindo o valor de US$ 6,3 bilhões.
A mesma pesquisa aponta que 34% destes investimentos foram feitos nos Estados Unidos, uma porcentagem que corresponde ao valor de US$2,1 bilhões.

Os motivos que incitam muitos brasileiros a realizar investimentos em imóveis fora do país são vários, mas os principais são a estabilidade e a solidez econômica.
O Brasil é um país que apresenta recorrentes momentos de instabilidade econômica, por isso, é importante ter uma carteira de investimentos diversificada e globalizada, com ativos em países onde a economia é mais estável. Assim, é possível garantir uma boa rentabilidade e diminuir os riscos de variação de preço no mercado imobiliário.



Para o economista e investidor, Luís Felipe Neiva Silveira, “a moeda brasileira vem perdendo muito valor frente ao dólar. Portanto, o investimento num ativo americano é sempre bem-vindo. Caso a pessoa decida por alugar o imóvel, ter uma renda em moeda forte também faz muita diferença”.
Afinal, quais são os documentos necessários para adquirir um imóvel no exterior? Como em toda a negociação, o processo de aquisição pode ser um pouco burocrático. Os documentos necessários para realizar a compra de um imóvel fora do Brasil variam de acordo a legislação do país que se deseja investir.



Dependendo da instituição financeira escolhida pelo investidor, também será necessário realizar a tradução de todos os documentos solicitados para a língua do país que se deseja comprar o imóvel.
É importante ter em mente que um fator muito comum que pode reprovar o interessado é a renda disponível insuficiente. Pois, muitos potenciais compradores são investidores e possuem aplicações financeiras, o que, teoricamente, comprova a capacidade de pagamento. Porém, o banco precisa ter uma comprovação de renda formal como, por exemplo, um pró-labore.
Como se programar para fazer a compra?
Para quem deseja realizar a compra de seu primeiro imóvel no exterior é necessário estar ciente que um investimento em uma moeda estrangeira exige disciplina, um planejamento financeiro estruturado e prevenção para possíveis reajustes do valor da moeda de acordo com o câmbio vigente.
Nesse sentido, Luis Felipe Neiva Silveira reforça: “É importante ter ciência que ao assumir um financiamento em dólar envolve uma disciplina financeira maior para não ser pego de surpresa.” e complementa: “Além disso, montar uma estrutura jurídica para ter o imóvel é essencial.”
Com a pandemia de coronavírus houve uma desestabilização no setor imobiliário. O aumento do número de desempregados e a perda do poder de compra do consumidor provocou uma recessão econômica mundial. Isso resultou na queda da procura pela compra de imóveis e, consequentemente, na baixa de preços.
Para quem estava esperando o momento certo para investir em um imóvel fora do país, esse é o momento.
Segundo Luis Felipe “O momento atual é excelente para realizar a compra de um imóvel fora do Brasil, pois as taxas de juros no mundo todo estão nos níveis mais baixos e até negativos.” Com a baixa procura, os bancos estão oferecendo créditos mais atrativos, o que facilita a aprovação, e abre uma maior margem para a negociação.
Documentos básicos
PESSOA FÍSICA
Imposto de renda;
Comprovante de renda;
Passaporte;
Visto válido do país onde se quer financiar;
Comprovante de residência;
Extrato de contas de investimento e aplicações financeiras.
PESSOA JURÍDICA
Todos os itens necessários para a pessoa física mais o contrato social da empresa e algumas declarações cadastrais.

Fonte: https://liberal.com.br/

Preço dos imóveis residenciais mantém trajetória de alta em outubro, diz Fipezap

O preço dos imóveis residenciais no País continuou em alta em outubro, mesmo perdendo um pouco do fôlego. O preço médio anunciado subiu 0,43% em outubro, uma desaceleração frente a expansão de 0,53% registrada em setembro.
Os dados são do Índice Fipezap, pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base nos classificados de imóveis em 50 cidades. Portanto, a pesquisa computa os valores pedidos, não os valores dos negócios fechados.
De acordo com o levantamento, a oscilação no preço anunciado dos imóveis deve ficar abaixo da inflação de 0,79% prevista para o mês de outubro, considerando projeções do Boletim Focus do Banco Central.

No acumulado deste ano até outubro, os preços anunciados já aumentaram 2,75%, e nos últimos 12 meses, mostraram alta de 2,72%.
Em outubro, todas as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap registraram elevação no preço médio de venda anunciado. São elas: Belo Horizonte (0,16%), Brasília (0,48%), Campo Grande (1,06%), Curitiba (1,09%), Florianópolis (0,16%), Fortaleza (0,79%), Goiânia (0,80%), João Pessoa (0,90%), Maceió (0,60%), Manaus (1,22%), Porto Alegre (0,02%), Recife (1,68%), Rio de Janeiro (0,39%), Salvador (0,41%), São Paulo (0,25%) e Vitória (1,16%).
Com esses resultados, o preço médio anunciado chegou a R$ 7.424 por metro quadrado. O Rio de Janeiro lidera, com R$ 9.383, seguido por São Paulo e Brasília, com R$ 9.265 e R$ 7.927, respectivamente.
Após anos de estagnação na esteira da crise de 2014, o preço médio dos imóveis residenciais tem desenhado uma trajetória de alta, ajudada pela queda nos juros dos financiamentos – o que despertou a demanda de famílias e investidores por um apartamento a despeito da crise provocada pela pandemia.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/

4 casos em que a portabilidade de financiamento imobiliário é uma boa saída

Entenda o que é e quando fazer a portabilidade.
Em muitos casos, fazer um financiamento torna-se a forma mais prática e rápida de realizar o sonho da casa própria, até porque são raros os casos em que a pessoa já possui uma reserva de dinheiro, capaz de cobrir o valor total de um imóvel.
Assim, a primeira tarefa a ser feita quando decidir ter uma casa ou um apartamento em seu nome é buscar por uma instituição financeira que conceda o empréstimo. No entanto, depois de ter assinado o contrato e começado a pagar a dívida com o banco, o que pode acontecer é descobrir que há melhores condições no mercado.
Se este for o caso, fazer a portabilidade de financiamentopode ser uma boa alternativa para reduzir custos e melhorar o orçamento familiar. Entenda mais sobre o assunto e veja quando isso vale a pena.
O que é a portabilidade de financiamento?
A portabilidade de financiamento consiste em migrar a dívida da compra de um imóvel de uma instituição financeira para outra que ofereça condições mais atrativas. O procedimento é permitido por lei e aumenta a competitividade entre os bancos, fazendo com que o comprador encontre opções que caibam em seu bolso.
Quais são os passos para fazer a portabilidade?
Para fazer a portabilidade, é preciso seguir alguns passos simples.
1. Conhecer os dados do financiamento
É importante conhecer todos os dados referentes ao seu financiamento, para que seja possível entender se é realmente vantajoso fazer a portabilidade. Verifique as taxas de juros e o custo de mudança, que pode ficar entre R$ 3,5 mil. Se, mesmo assim, o valor final for inferior ao que você paga atualmente, fazer a troca será uma boa escolha.
2. Comparar com outros bancos
Os bancos precisam divulgar qual é a taxa de juros que praticam nos financiamentos imobiliários. Pesquise essa informação e compare-a com o que você tem atualmente. Lembre-se de também fazer essa comparação com o seu próprio banco, que pode ter reduzido as taxas de juros, e essa portabilidade interna poderá ser realizada, para que você se beneficie com as novas taxas aplicadas.
3. Levar a documentação para novo banco
Assim que selecionar qual instituição financeira oferece as melhores condições e comprovar que irá pagar menos pelo financiamento, reúna a documentação necessária e leve-a ao banco para dar início ao processo de portabilidade.
Quando vale a pena fazer a portabilidade?
Saiba quando é vantajoso fazer a portabilidade do seu financiamento imobiliário.
1. Taxa menor de juros
Se a taxa de juros oferecida pelo outro banco é menor e, ao fazer todos os cálculos, você perceber que irá pagar menos pelo financiamento, é interessante considerar a portabilidade. Lembre-se de não levar em conta apenas as taxas, já que terá outros custos envolvidos na mudança.
2. Cliente do banco com vantagens
Você fez o financiamento com um banco, na época, com as melhores condições do mercado, mas tem conta em outro. Agora, a instituição financeira, na qual você possui outros serviços, está oferecendo vantagens para receber o financiamento. Então, faça os cálculos e, se valer a pena, conclua a portabilidade.
3. Banco atual sem condições atraentes
O banco com quem você fez o empréstimo vai tentar te manter como cliente, exatamente por causa da existência da portabilidade. Ainda assim, se as condições oferecidas não forem atraentes, sinta-se à vontade para buscar outra instituição financeira para assumir seu financiamento imobiliário.
4. Dívida menor mesmo com contrato novo
Por último, não se esqueça que existem outros custos envolvidos na portabilidade, que podem ficar na casa dos R$ 3,5 mil, incluindo a taxa de cadastro do banco e a documentação no cartório. Então, se essas despesas, somadas ao valor total do financiamento, forem menores, pode fazer a migração.

FGTS disponibiliza R$ 56,5 bilhões para financiamento da casa própria em 2021

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou hoje o orçamento do fundo de R$ 68,947 bilhões para o próximo ano, sendo R$ 56,5 bilhões para habitação; R$ 4 bilhões de saneamento básico; R$ 5 bilhões para infraestrutura urbana; e R$ 3,447 bilhões para o FGTS-Saúde. O conselho aprovou a proposta orçamentária de 2021 e também o plurianual para o período de 2022 a 2024.

O valor total para 2021 representa uma redução em relação ao que foi aprovado inicialmente pelo conselho, no fim do ano passado, para este ano. Originalmente, o orçamento aprovado para 2020, que já passou por ajustes ao longo do ano, previa um montante total de R$ 77,9 bilhões, sendo R$ 65 bilhões para habitação; R$ 4 bilhões a saneamento básico; R$ 5 bilhões para o setor de infraestrutura urbana; e R$ 3,4 bilhões para o FGTS-Saúde.

O orçamento total do FGTS será de R$ 70 bilhões em 2022, R$ 67,750 bilhões em 2023 e R$ 69 bilhões em 2024, conforme proposta orçamentária aprovada hoje pelo Conselho Curador.

Os descontos para a compra da casa própria com recursos do FGTS somam R$ 8,5 bilhões em 2021, caindo para R$ 8 bilhões em 2022; R$ 7,5 bilhões para 2023 e R$ 7 bilhões em 2024.



Segundo o representante do Ministério do Desenvolvimento Regional (MRD) no conselho, Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, o orçamento aprovado para 2021 e o plurianual já consideram as especificações previstas na MP 996, que trata do programa habitacional Casa Verde Amarela (substituto do Minha Casa Minha Vida).

Também foi aprovado pelo conselho ajuste no orçamento deste ano para remanejar R$ 5,562 bilhões, sendo da saúde (R$ 2,447 bilhões), infraestrutura urbana (R$ 2,9 bilhões) e saneamento básico (R$ 215 milhões) para operações na área de habitação popular. Com isso, o orçamento da habitação popular ficaria em R$ 61,282 bilhões.

Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), apresentadas na reunião, o patrimônio líquido do FGTS está projetado em R$ 109,56 bilhões neste ano e deve chegar a R$ 121,62 bilhões em 2023.

Fonte: https://valorinveste.globo.com/


Troca de banco para pagar prestação menor de imóvel salta 553% – Aprenda como fazer

O número de trocas de financiamento para pagar menos pelo imóvel cresceu 553,1% entre janeiro e agosto de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados do BC (Banco Central), 10.502 pedidos de portabilidade de crédito foram aprovados nos oito primeiros meses no ano. No mesmo intervalo de 2019, foram 1.608 trocas. A portabilidade do crédito (mudança de financiamento) permite que o devedor negocie com o banco em que tem o empréstimo. Muitas vezes, a transferência da dívida nem precisa ser efetivada, já que o consumidor consegue no próprio banco uma nova condição.

Mais uma possibilidade

O valor de portabilidade chegou a R$ 3,5 bilhões entre janeiro de agosto de 2020, uma alta de 483% em relação ao mesmo período do ano passado. Desde abril, há uma nova possibilidade de portabilidade de crédito imobiliário. Quem tem um financiamento pelo SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), no qual as taxas de juros são livres, poderá transferir o contrato para o SFH (Sistema Financeiro da Habitação), no qual as taxas são mais baixas.

Sete passos para trocar o financiamento

  1. Estar com o financiamento em dia
  2. Verificar no banco em que tem o financiamento a condição atual do crédito, como taxa de juros nominal e custo efetivo total – aquela taxa de juros adicionada de custos adicionais de tarifas e seguros embutidos
  3. Comparar as taxas usando plataformas de comparação de taxas em outras instituições financeiras
  4. Buscar outra opção no próprio banco ou no mercado
  5. Fazer simulação nas mesmas condições do crédito que foi tomado. É preciso levar em conta a referência de contratação, ou seja, o valor e o período do contrato
  6. Ver se teria crédito aprovado em outro banco
  7. Se aprovado, o cliente pode decidir transferir. Deve pedir saldo atualizado ao banco A e avisar que vai mudar o crédito para o banco B. O próprio banco A se comunica com o banco B para migrar o saldo atualizado.

Nova regra de portabilidade para SFH

A regra de portabilidade permite que alguém que não tenha conseguido financiamento no SFH por causa de algum critério possa reavaliar a situação.

Em 2018, por exemplo, o limite máximo do imóvel aceito no SFH era de R$ 1 milhão, mas hoje é de R$ 1,5 milhão. Então, alguém que tenha contratado financiamento imobiliário naquele ano para um imóvel entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão hoje poderia buscar a portabilidade para o SFH, que possui um custo mais baixo.

Informações que o banco deve dar

Ao lançar a regra da portabilidade do crédito de SFI para o SFH, o Banco Central também criou o “Documento Descritivo de Crédito” (DDC), que deve ser fornecido pelas instituições financeiras com as informações solicitadas pelo cliente. Esse documento deve ser disponibilizado de forma contínua, nos canais de atendimento eletrônico da instituição financeira; de forma imediata, nos canais de atendimento presenciais; e em até um dia útil, contado a partir da data da solicitação, nos demais canais de atendimento.

Fonte: https://economia.uol.com.br/