O momento de investir em imóveis é agora

Mais alguns meses e 2020 chega ao final. O ano foi totalmente atípico do ponto de vista da saúde, pois o mundo enfrentou uma pandemia jamais vista. Por outro lado, o setor da construção civil atingiu picos de crescimento surpreendentes e, pelo o que tudo indica, um novo ciclo econômico está se reiniciando. Nesse momento de crise mundial, o investimento imobiliário acaba sendo uma das melhores opções para quem busca rentabilidade e menor risco: uma aposta palpável, já que a taxa básica de juros está em queda – 2% ao ano, o que levou os bancos a terem as menores taxas de juros de financiamento habitacional da história.  

É neste cenário que a aquisição de um imóvel e o financiamento – por parte da população que ainda vive de aluguel ou mesmo para quem busca investimentos acaba sendo o melhor negócio. A solidez do mercado da construção civil é a tendência de valorização dos imóveis nos próximos anos, o que torna os investimentos imobiliários uma das melhores alternativas do mercado. 
“Com as taxas de juros baixas, o financiamento a longo prazo acaba sendo a opção mais segura neste período durante a pandemia. Por conta disso, muitas pessoas estão retirando o dinheiro de aplicações financeiras para investirem em imóveis”, alerta Bruno Chuery, sócio diretor da Bild Desenvolvimento Imobiliário em Araraquara (SP).  
Segundo dados da Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, as vendas de imóveis no segundo trimestre de 2020 tiveram alta de 10,5%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A entidade acredita que, com as quedas dos juros e a perspectiva de que a economia vai se recuperar a médio e a longo prazo, os investidores projetam os imóveis com um caminho de sustentabilidade nos negócios, pois sofrem menos impacto, comparado às instabilidades financeiras.  
“O que percebemos é que com o custo de oportunidade, com a baixa rentabilidade na renda fixa, muitos compradores passaram a buscar outros tipos de investimentos que possam trazer rentabilidades mais expressivas neste contexto. A possibilidade de comprar um imóvel e ganhar mais que a renda fixa com a valorização do m² e com a renda de aluguéis deve levar grande parte dos clientes a decidir pela aquisição imobiliária nos próximos meses”, mostra Bruno Chuery.  
O diretor compara ainda a valorização imobiliária com investimentos comuns como poupança, renda fixa (CDI), bolsa de valores (Ibovespa), fundos imobiliários (IFIX) ou índices como o dólar e a inflação (IPCA): até hoje imóveis apresentaram a maior rentabilidade média contabilizada no período de 2008 a 2013.
“Nos últimos dois anos, um volume significativo de novos consumidores entrou no mercado imobiliário através do crédito e estamos assistindo a essa corrida pelo financiamento imobiliário, mesmo em tempos de pandemia”.  
Segundo dados da ABECIP (Associação das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) atingiram R$ 11,7 bilhões em agosto de 2020, representando um crescimento de 8,3% em relação ao mês anterior. Comparado ao mês de agosto de 2019 houve um crescimento de 74,7%. O volume financiado em agosto foi o maior, o que representa um aquecimento nos preços do mercado ao longo dos próximos meses.  
Investimento em Araraquara  
Para quem vive na região de Araraquara, uma opção rentável de investimento é o recente lançamento da Bild Desenvolvimento Imobiliário, construtora com mais de 13 anos de atuação em cidades dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, que conta com 48 empreendimentos lançados, destes 25 já foram entregues (incluindo três hotéis) e uma carteira de mais de 4 mil clientes. O empreendimento Moove Concept Home traz opções de apartamentos de 59 a 77m² (com 1 ou 2 suítes) e ainda oferece serviços compartilhados para deixar a vida mais prática, através da versatilidade de plantas inteligentes e a possibilidade de integração de ambientes com um living gourmet ou com a lavanderia embutida. O edifício será construído no bairro São Geraldo, uma região estratégica de Araraquara, próximo à Avenida 36.  
Box:  
Por que imóveis são as melhores alternativas para investimento neste momento?  
1) Eles se transformam em renda mensal (via aluguel).
2) É um investimento seguro, que sofre menos impacto das instabilidades financeiras, mesmo em momentos de crise.
3) Sempre apresentaram rentabilidade no longo prazo.  
Fonte: *Abrainc

Documentos necessários para fazer a solicitação do financiamento

A busca por investimentos em imóveis no exterior está se tornando uma prática cada vez mais comum entre os brasileiros. Segundo dados da pesquisa Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), realizada pelo Banco Central do Brasil (BC), a procura pela aquisição de imóveis no exterior aumentou em 240%, entre os anos de 2007 a 2017, atingindo o valor de US$ 6,3 bilhões.
A mesma pesquisa aponta que 34% destes investimentos foram feitos nos Estados Unidos, uma porcentagem que corresponde ao valor de US$2,1 bilhões.

Os motivos que incitam muitos brasileiros a realizar investimentos em imóveis fora do país são vários, mas os principais são a estabilidade e a solidez econômica.
O Brasil é um país que apresenta recorrentes momentos de instabilidade econômica, por isso, é importante ter uma carteira de investimentos diversificada e globalizada, com ativos em países onde a economia é mais estável. Assim, é possível garantir uma boa rentabilidade e diminuir os riscos de variação de preço no mercado imobiliário.



Para o economista e investidor, Luís Felipe Neiva Silveira, “a moeda brasileira vem perdendo muito valor frente ao dólar. Portanto, o investimento num ativo americano é sempre bem-vindo. Caso a pessoa decida por alugar o imóvel, ter uma renda em moeda forte também faz muita diferença”.
Afinal, quais são os documentos necessários para adquirir um imóvel no exterior? Como em toda a negociação, o processo de aquisição pode ser um pouco burocrático. Os documentos necessários para realizar a compra de um imóvel fora do Brasil variam de acordo a legislação do país que se deseja investir.



Dependendo da instituição financeira escolhida pelo investidor, também será necessário realizar a tradução de todos os documentos solicitados para a língua do país que se deseja comprar o imóvel.
É importante ter em mente que um fator muito comum que pode reprovar o interessado é a renda disponível insuficiente. Pois, muitos potenciais compradores são investidores e possuem aplicações financeiras, o que, teoricamente, comprova a capacidade de pagamento. Porém, o banco precisa ter uma comprovação de renda formal como, por exemplo, um pró-labore.
Como se programar para fazer a compra?
Para quem deseja realizar a compra de seu primeiro imóvel no exterior é necessário estar ciente que um investimento em uma moeda estrangeira exige disciplina, um planejamento financeiro estruturado e prevenção para possíveis reajustes do valor da moeda de acordo com o câmbio vigente.
Nesse sentido, Luis Felipe Neiva Silveira reforça: “É importante ter ciência que ao assumir um financiamento em dólar envolve uma disciplina financeira maior para não ser pego de surpresa.” e complementa: “Além disso, montar uma estrutura jurídica para ter o imóvel é essencial.”
Com a pandemia de coronavírus houve uma desestabilização no setor imobiliário. O aumento do número de desempregados e a perda do poder de compra do consumidor provocou uma recessão econômica mundial. Isso resultou na queda da procura pela compra de imóveis e, consequentemente, na baixa de preços.
Para quem estava esperando o momento certo para investir em um imóvel fora do país, esse é o momento.
Segundo Luis Felipe “O momento atual é excelente para realizar a compra de um imóvel fora do Brasil, pois as taxas de juros no mundo todo estão nos níveis mais baixos e até negativos.” Com a baixa procura, os bancos estão oferecendo créditos mais atrativos, o que facilita a aprovação, e abre uma maior margem para a negociação.
Documentos básicos
PESSOA FÍSICA
Imposto de renda;
Comprovante de renda;
Passaporte;
Visto válido do país onde se quer financiar;
Comprovante de residência;
Extrato de contas de investimento e aplicações financeiras.
PESSOA JURÍDICA
Todos os itens necessários para a pessoa física mais o contrato social da empresa e algumas declarações cadastrais.

Fonte: https://liberal.com.br/

Preço dos imóveis residenciais mantém trajetória de alta em outubro, diz Fipezap

O preço dos imóveis residenciais no País continuou em alta em outubro, mesmo perdendo um pouco do fôlego. O preço médio anunciado subiu 0,43% em outubro, uma desaceleração frente a expansão de 0,53% registrada em setembro.
Os dados são do Índice Fipezap, pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base nos classificados de imóveis em 50 cidades. Portanto, a pesquisa computa os valores pedidos, não os valores dos negócios fechados.
De acordo com o levantamento, a oscilação no preço anunciado dos imóveis deve ficar abaixo da inflação de 0,79% prevista para o mês de outubro, considerando projeções do Boletim Focus do Banco Central.

No acumulado deste ano até outubro, os preços anunciados já aumentaram 2,75%, e nos últimos 12 meses, mostraram alta de 2,72%.
Em outubro, todas as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap registraram elevação no preço médio de venda anunciado. São elas: Belo Horizonte (0,16%), Brasília (0,48%), Campo Grande (1,06%), Curitiba (1,09%), Florianópolis (0,16%), Fortaleza (0,79%), Goiânia (0,80%), João Pessoa (0,90%), Maceió (0,60%), Manaus (1,22%), Porto Alegre (0,02%), Recife (1,68%), Rio de Janeiro (0,39%), Salvador (0,41%), São Paulo (0,25%) e Vitória (1,16%).
Com esses resultados, o preço médio anunciado chegou a R$ 7.424 por metro quadrado. O Rio de Janeiro lidera, com R$ 9.383, seguido por São Paulo e Brasília, com R$ 9.265 e R$ 7.927, respectivamente.
Após anos de estagnação na esteira da crise de 2014, o preço médio dos imóveis residenciais tem desenhado uma trajetória de alta, ajudada pela queda nos juros dos financiamentos – o que despertou a demanda de famílias e investidores por um apartamento a despeito da crise provocada pela pandemia.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/

4 casos em que a portabilidade de financiamento imobiliário é uma boa saída

Entenda o que é e quando fazer a portabilidade.
Em muitos casos, fazer um financiamento torna-se a forma mais prática e rápida de realizar o sonho da casa própria, até porque são raros os casos em que a pessoa já possui uma reserva de dinheiro, capaz de cobrir o valor total de um imóvel.
Assim, a primeira tarefa a ser feita quando decidir ter uma casa ou um apartamento em seu nome é buscar por uma instituição financeira que conceda o empréstimo. No entanto, depois de ter assinado o contrato e começado a pagar a dívida com o banco, o que pode acontecer é descobrir que há melhores condições no mercado.
Se este for o caso, fazer a portabilidade de financiamentopode ser uma boa alternativa para reduzir custos e melhorar o orçamento familiar. Entenda mais sobre o assunto e veja quando isso vale a pena.
O que é a portabilidade de financiamento?
A portabilidade de financiamento consiste em migrar a dívida da compra de um imóvel de uma instituição financeira para outra que ofereça condições mais atrativas. O procedimento é permitido por lei e aumenta a competitividade entre os bancos, fazendo com que o comprador encontre opções que caibam em seu bolso.
Quais são os passos para fazer a portabilidade?
Para fazer a portabilidade, é preciso seguir alguns passos simples.
1. Conhecer os dados do financiamento
É importante conhecer todos os dados referentes ao seu financiamento, para que seja possível entender se é realmente vantajoso fazer a portabilidade. Verifique as taxas de juros e o custo de mudança, que pode ficar entre R$ 3,5 mil. Se, mesmo assim, o valor final for inferior ao que você paga atualmente, fazer a troca será uma boa escolha.
2. Comparar com outros bancos
Os bancos precisam divulgar qual é a taxa de juros que praticam nos financiamentos imobiliários. Pesquise essa informação e compare-a com o que você tem atualmente. Lembre-se de também fazer essa comparação com o seu próprio banco, que pode ter reduzido as taxas de juros, e essa portabilidade interna poderá ser realizada, para que você se beneficie com as novas taxas aplicadas.
3. Levar a documentação para novo banco
Assim que selecionar qual instituição financeira oferece as melhores condições e comprovar que irá pagar menos pelo financiamento, reúna a documentação necessária e leve-a ao banco para dar início ao processo de portabilidade.
Quando vale a pena fazer a portabilidade?
Saiba quando é vantajoso fazer a portabilidade do seu financiamento imobiliário.
1. Taxa menor de juros
Se a taxa de juros oferecida pelo outro banco é menor e, ao fazer todos os cálculos, você perceber que irá pagar menos pelo financiamento, é interessante considerar a portabilidade. Lembre-se de não levar em conta apenas as taxas, já que terá outros custos envolvidos na mudança.
2. Cliente do banco com vantagens
Você fez o financiamento com um banco, na época, com as melhores condições do mercado, mas tem conta em outro. Agora, a instituição financeira, na qual você possui outros serviços, está oferecendo vantagens para receber o financiamento. Então, faça os cálculos e, se valer a pena, conclua a portabilidade.
3. Banco atual sem condições atraentes
O banco com quem você fez o empréstimo vai tentar te manter como cliente, exatamente por causa da existência da portabilidade. Ainda assim, se as condições oferecidas não forem atraentes, sinta-se à vontade para buscar outra instituição financeira para assumir seu financiamento imobiliário.
4. Dívida menor mesmo com contrato novo
Por último, não se esqueça que existem outros custos envolvidos na portabilidade, que podem ficar na casa dos R$ 3,5 mil, incluindo a taxa de cadastro do banco e a documentação no cartório. Então, se essas despesas, somadas ao valor total do financiamento, forem menores, pode fazer a migração.

FGTS disponibiliza R$ 56,5 bilhões para financiamento da casa própria em 2021

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou hoje o orçamento do fundo de R$ 68,947 bilhões para o próximo ano, sendo R$ 56,5 bilhões para habitação; R$ 4 bilhões de saneamento básico; R$ 5 bilhões para infraestrutura urbana; e R$ 3,447 bilhões para o FGTS-Saúde. O conselho aprovou a proposta orçamentária de 2021 e também o plurianual para o período de 2022 a 2024.

O valor total para 2021 representa uma redução em relação ao que foi aprovado inicialmente pelo conselho, no fim do ano passado, para este ano. Originalmente, o orçamento aprovado para 2020, que já passou por ajustes ao longo do ano, previa um montante total de R$ 77,9 bilhões, sendo R$ 65 bilhões para habitação; R$ 4 bilhões a saneamento básico; R$ 5 bilhões para o setor de infraestrutura urbana; e R$ 3,4 bilhões para o FGTS-Saúde.

O orçamento total do FGTS será de R$ 70 bilhões em 2022, R$ 67,750 bilhões em 2023 e R$ 69 bilhões em 2024, conforme proposta orçamentária aprovada hoje pelo Conselho Curador.

Os descontos para a compra da casa própria com recursos do FGTS somam R$ 8,5 bilhões em 2021, caindo para R$ 8 bilhões em 2022; R$ 7,5 bilhões para 2023 e R$ 7 bilhões em 2024.



Segundo o representante do Ministério do Desenvolvimento Regional (MRD) no conselho, Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, o orçamento aprovado para 2021 e o plurianual já consideram as especificações previstas na MP 996, que trata do programa habitacional Casa Verde Amarela (substituto do Minha Casa Minha Vida).

Também foi aprovado pelo conselho ajuste no orçamento deste ano para remanejar R$ 5,562 bilhões, sendo da saúde (R$ 2,447 bilhões), infraestrutura urbana (R$ 2,9 bilhões) e saneamento básico (R$ 215 milhões) para operações na área de habitação popular. Com isso, o orçamento da habitação popular ficaria em R$ 61,282 bilhões.

Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), apresentadas na reunião, o patrimônio líquido do FGTS está projetado em R$ 109,56 bilhões neste ano e deve chegar a R$ 121,62 bilhões em 2023.

Fonte: https://valorinveste.globo.com/


Troca de banco para pagar prestação menor de imóvel salta 553% – Aprenda como fazer

O número de trocas de financiamento para pagar menos pelo imóvel cresceu 553,1% entre janeiro e agosto de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados do BC (Banco Central), 10.502 pedidos de portabilidade de crédito foram aprovados nos oito primeiros meses no ano. No mesmo intervalo de 2019, foram 1.608 trocas. A portabilidade do crédito (mudança de financiamento) permite que o devedor negocie com o banco em que tem o empréstimo. Muitas vezes, a transferência da dívida nem precisa ser efetivada, já que o consumidor consegue no próprio banco uma nova condição.

Mais uma possibilidade

O valor de portabilidade chegou a R$ 3,5 bilhões entre janeiro de agosto de 2020, uma alta de 483% em relação ao mesmo período do ano passado. Desde abril, há uma nova possibilidade de portabilidade de crédito imobiliário. Quem tem um financiamento pelo SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), no qual as taxas de juros são livres, poderá transferir o contrato para o SFH (Sistema Financeiro da Habitação), no qual as taxas são mais baixas.

Sete passos para trocar o financiamento

  1. Estar com o financiamento em dia
  2. Verificar no banco em que tem o financiamento a condição atual do crédito, como taxa de juros nominal e custo efetivo total – aquela taxa de juros adicionada de custos adicionais de tarifas e seguros embutidos
  3. Comparar as taxas usando plataformas de comparação de taxas em outras instituições financeiras
  4. Buscar outra opção no próprio banco ou no mercado
  5. Fazer simulação nas mesmas condições do crédito que foi tomado. É preciso levar em conta a referência de contratação, ou seja, o valor e o período do contrato
  6. Ver se teria crédito aprovado em outro banco
  7. Se aprovado, o cliente pode decidir transferir. Deve pedir saldo atualizado ao banco A e avisar que vai mudar o crédito para o banco B. O próprio banco A se comunica com o banco B para migrar o saldo atualizado.

Nova regra de portabilidade para SFH

A regra de portabilidade permite que alguém que não tenha conseguido financiamento no SFH por causa de algum critério possa reavaliar a situação.

Em 2018, por exemplo, o limite máximo do imóvel aceito no SFH era de R$ 1 milhão, mas hoje é de R$ 1,5 milhão. Então, alguém que tenha contratado financiamento imobiliário naquele ano para um imóvel entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão hoje poderia buscar a portabilidade para o SFH, que possui um custo mais baixo.

Informações que o banco deve dar

Ao lançar a regra da portabilidade do crédito de SFI para o SFH, o Banco Central também criou o “Documento Descritivo de Crédito” (DDC), que deve ser fornecido pelas instituições financeiras com as informações solicitadas pelo cliente. Esse documento deve ser disponibilizado de forma contínua, nos canais de atendimento eletrônico da instituição financeira; de forma imediata, nos canais de atendimento presenciais; e em até um dia útil, contado a partir da data da solicitação, nos demais canais de atendimento.

Fonte: https://economia.uol.com.br/

Financiamento Caixa: Veja mudanças após diminuição na taxa de juros

A redução na taxa de financiamento da Caixa já está valendo desde o último dia 22 de outubro. Com as novas porcentagens, os clientes conseguem contratar o financiamento imobiliário com juros mínimos de 6,25% ao ano. A contratação  pode também ser feita pelo celular. 

Os interessados em contratar, por exemplo, um financiamento para um imóvel de R$ 500 mil, pagando inicialmente 20% do valor do imóvel como entrada, terá bons descontos pelo banco.
Contando que a taxa mínima de juros seja aprovada, a primeira parcela cai de R$ 3,4 mil para R$ 3,2 mil. Isso resulta, ao fim das parcelas, em uma economia de mais de R$ 29 mil em juros. 

Com os novos valores aprovados pela Caixa, o financiamento de imóveis pelo banco tornou-se mais acessível. Com isso, para o financiamento de um imóvel de meio milhão de reais no banco, a renda familiar precisa ser de R$ 10,8 mil. A renda anterior necessária era de R$ 11,3 mil.  

Pagamento parcial das prestações
Ainda segundo a Caixa, as famílias com dificuldade em retomar o pagamento integral das parcelas, vão poder contar com o pagamento parcial das prestações. De acordo com a medida anunciada, serão duas possibilidades de negociação: 
– pagar 75% da prestação por até 6 meses
– pagar entre 50% e 75% da prestação por até 3 meses

Financiamento pelo aplicativo da Caixa
Está em vigor, desde 19 de outubro, a solicitação de financiamento de imóveis pela Caixa por meio do aplicativo Habitação. Pelo app, é possível também acompanhar o financiamento imobiliário, crédito Real Fácil e realizar a manutenção dos contratos sem necessidade de deslocamento à agência.
Após realizar todo o processo de contratação pelo aplicativo, é necessário ir até uma agência da Caixa para assinar o contrato. Esse processo é realizado apenas uma única vez e, de acordo com o banco, é para trazer mais segurança e agilidade para seus clientes. 

No aplicativo Habitação Caixa ainda é possível acessar o boleto para pagamento da tarifa inicial de avaliação do imóvel pretendido, e conferir o resultado do laudo do processo. 
Como contratar o financiamento pelo app? 
Para contratar o financiamento imobiliário pelo aplicativo Habitação Caixa é bem simples, confira no passo a passo a seguir. 

Primeiro, você deve baixar o app em seu celular. O aplicativo está disponível para celulares Android e iOS. Basta procurar pelo nome “Habitação Caixa” na loja de aplicativos e realizar o download. 
Em seguida, após realizar as opções de cadastro e login no aplicativo, você deve realizar a simulação de crédito. Com isso poderá escolher a opção mais adequada para você. 
É possível realizar o ajuste dos valores de entrada, o prazo, o indexador da taxa de juros, o sistema de amortização e a prestação máxima pretendida.
Feito isso, você vai informar o município e o valor do imóvel. E também inserir os demais participantes da proposta, caso haja. 
O envio da documentação necessária é realizado diretamente pelo aplicativo. Com isso você conseguirá escolher qual o canal de atendimento mais viável para você.
É possível escolher duas opções de canal de atendimento: a Agência Digital ou um Correspondente Caixa Aqui.
Você também poderá escolher no aplicativo a agência física da Caixa onde será assinado o contrato.

fonte: https://fdr.com.br/

Autorizado pela Justiça usar o FGTS para pagar imóveis

Autorizado pela Justiça usar o FGTS para pagar imóveis. A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu o direito de uma mutuária da Caixa Econômica Federal (CEF) a utilizar os valores contidos em sua conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortização do saldo devedor referente ao contrato de financiamento de seu imóvel residencial. A decisão manteve a sentença do Juízo Federal da 3ª Vara da Subseção Judiciária de Uberlândia/MG.
Em seu recurso ao Tribunal, a Caixa argumentou que o saldo da conta vinculada do  FGTS somente pode ser movimentado para amortizar as prestações de contratos habitacionais firmados no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), diferentemente da hipótese dos autos.

Ao analisar o caso, o relator, juiz federal convocado Ilan Presser, destacou que a Lei nº 8.036/90, que dispõe sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, no seu art. 20, elenca as situações em que o trabalhador poderá movimentar o saldo de sua conta vinculada ao  FGTS, não se verificando, na referida legislação, a existência de nenhuma vedação à utilização desses recursos para a quitação de prestações de financiamento imobiliário fora do âmbito do SFH.
O magistrado ressaltou, ainda, que o Decreto Regulamentador nº 99.684, de 8 de novembro de 1990 autoriza expressamente que o saldo da conta vinculada ao FGTS pode ser utilizado no pagamento total ou parcial do preço de aquisição de moradia própria.

FINANCIAMENTOS IMOBILIÁRIOS BATEM RECORDE

Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança atingiram R$ 12,9 bilhões em setembro, recorde da série histórica iniciada em julho de 1994, informou a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) nesta terça-feira (27).
O recorde anterior era de agosto, quando atingiu R$ 11,7 bilhões.
O número representa uma alta de 70,1% em comparação a setembro de 2019. Em comparação a agosto, o avanço foi de 10,2%. No mês, foram financiados 42 mil imóveis, alta de 54,6% em relação a setembro de 2019.
Ainda segundo a associação, os empréstimos destinados à aquisição e construção de imóveis somaram R$ 78,8 bilhões de janeiro a setembro deste ano – marca que supera o resultado do ano passado inteiro para a linha. No período, foram financiadas 279,1 mil unidades, alta de 34,4% na mesma relação.
Já no acumulado dos 12 meses encerrados em setembro, essa modalidade somou R$ 102,8 bilhões, um avanço de 44,1% em comparação aos 12 meses anteriores. Foram 369,3 mil imóveis no período ( 34,8%).
A Abecip também informou que a captação líquida do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) ficou positiva em cerca de R$ 10 bilhões em setembro – melhor resultado para o mês na série histórica, iniciada em julho de 1994.
Entre janeiro e setembro, a captação líquida somou R$ 105,8 bilhões, também a melhor marca para o período. O recorde anterior era de 2013, quando o balanço dos primeiros nove meses do ano havia sido positivo em R$ 36,9 bilhões.
Em nota, a Abecip afirmou que, ao que tudo indica, a captação líquida das cadernetas continua refletindo os efeitos da redução do consumo e de uma maior preocupação financeira diante da crise do coronavírus.
“Esses fatores, conjugados com a queda da rentabilidade das demais aplicações e com as perdas no mercado acionário, podem estar levando parte das pessoas a aumentar seus depósitos nas cadernetas. Isso sem esquecer o provável impacto do pagamento do auxílio emergencial nas aplicações”, afirmou a associação em nota.

Fonte: https://tododia.com.br/

Juros baixo mantém venda de imóveis durante a pandemia

A pandemia do novo coronavírus tem causado prejuízos em boa parte da economia mundial, com redução nas vendas, da atividade industrial e aumento do desemprego. Contudo, um setor tem se destacado por conseguir se manter estável mesmo durante o período mais crítico da crise: a indústria imobiliária. 
De acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), apesar de ter sido registrada uma redução de 43,9% no lançamento de imóveis novos, nos primeiros seis meses de 2020, quando a crise da covid-19 atingia seu ápice, a queda na venda de imóveis foi de apenas 2,2%, em comparação com o mesmo período do ano passado. 
Já em setembro, os dados que começam a ser publicados pelas entidades regionais que representam o setor imobiliário já mostram um cenário de recuperação. Em São Paulo, o mês foi de forte recuperação tanto no número de lançamentos, que foram 40,4% maiores do que em setembro do ano passado, como de vendas, 19,2% maiores. Os dados são do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP)
Selic em 2%
Para Celso Petrucci, vice-presidente da área de Indústria Imobiliária da CBIC e economista chefe da Secovi-SP, o principal fator que explica a recuperação rápida do setor é o juros baixo, que permitiu o financiamento de imóveis a custos mais amigáveis. “Isso está acontecendo por conta da Selic muito baixa. A inflação também está sob controle, por mais que tenha variado agora. A taxa de juros do financiamento imobiliário nunca esteve tão baixa e tem muito recurso entrando na caderneta de poupança”, avalia Petrucci. 
Em agosto, a Selic chegou em 2% – seu menor patamar desde 1998. Além disso, no começo de outubro, a Caixa Econômica Federal diminuiu 6,5% para 6,25% a taxa de financiamento da casa própria para pessoa física.
“Temos certeza que no terceiro trimestre que aqueles 44% de defasagem nos lançamentos vão diminuir e que o setor supere o número de vendas em 2019”, calcula o economista.
O aumento nas vendas tem acontecido especialmente nas regiões de maior renda do país. É o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), que registrou aumento de 34,8% no comércio de imóveis de alto padrão.
Vendas pela internet
De acordo com Petrucci, nesse período de pandemia os portais e aplicativos de busca imobiliária quebraram recorde de acesso. Isso porque os consumidores têm preferido fazer um primeiro contato pela internet do que nos estandes de venda.
“Hoje a jornada do comprador é feita muito mais pelo meio digital do que presencialmente. As empresas que estavam mais evoluídas em questão de tecnologia foram as que venderam mais no primeiro semestre”, afirma.
Fonte: https://obrasilianista.com.br/