Financiamento Caixa: Veja mudanças após diminuição na taxa de juros

A redução na taxa de financiamento da Caixa já está valendo desde o último dia 22 de outubro. Com as novas porcentagens, os clientes conseguem contratar o financiamento imobiliário com juros mínimos de 6,25% ao ano. A contratação  pode também ser feita pelo celular. 

Os interessados em contratar, por exemplo, um financiamento para um imóvel de R$ 500 mil, pagando inicialmente 20% do valor do imóvel como entrada, terá bons descontos pelo banco.
Contando que a taxa mínima de juros seja aprovada, a primeira parcela cai de R$ 3,4 mil para R$ 3,2 mil. Isso resulta, ao fim das parcelas, em uma economia de mais de R$ 29 mil em juros. 

Com os novos valores aprovados pela Caixa, o financiamento de imóveis pelo banco tornou-se mais acessível. Com isso, para o financiamento de um imóvel de meio milhão de reais no banco, a renda familiar precisa ser de R$ 10,8 mil. A renda anterior necessária era de R$ 11,3 mil.  

Pagamento parcial das prestações
Ainda segundo a Caixa, as famílias com dificuldade em retomar o pagamento integral das parcelas, vão poder contar com o pagamento parcial das prestações. De acordo com a medida anunciada, serão duas possibilidades de negociação: 
– pagar 75% da prestação por até 6 meses
– pagar entre 50% e 75% da prestação por até 3 meses

Financiamento pelo aplicativo da Caixa
Está em vigor, desde 19 de outubro, a solicitação de financiamento de imóveis pela Caixa por meio do aplicativo Habitação. Pelo app, é possível também acompanhar o financiamento imobiliário, crédito Real Fácil e realizar a manutenção dos contratos sem necessidade de deslocamento à agência.
Após realizar todo o processo de contratação pelo aplicativo, é necessário ir até uma agência da Caixa para assinar o contrato. Esse processo é realizado apenas uma única vez e, de acordo com o banco, é para trazer mais segurança e agilidade para seus clientes. 

No aplicativo Habitação Caixa ainda é possível acessar o boleto para pagamento da tarifa inicial de avaliação do imóvel pretendido, e conferir o resultado do laudo do processo. 
Como contratar o financiamento pelo app? 
Para contratar o financiamento imobiliário pelo aplicativo Habitação Caixa é bem simples, confira no passo a passo a seguir. 

Primeiro, você deve baixar o app em seu celular. O aplicativo está disponível para celulares Android e iOS. Basta procurar pelo nome “Habitação Caixa” na loja de aplicativos e realizar o download. 
Em seguida, após realizar as opções de cadastro e login no aplicativo, você deve realizar a simulação de crédito. Com isso poderá escolher a opção mais adequada para você. 
É possível realizar o ajuste dos valores de entrada, o prazo, o indexador da taxa de juros, o sistema de amortização e a prestação máxima pretendida.
Feito isso, você vai informar o município e o valor do imóvel. E também inserir os demais participantes da proposta, caso haja. 
O envio da documentação necessária é realizado diretamente pelo aplicativo. Com isso você conseguirá escolher qual o canal de atendimento mais viável para você.
É possível escolher duas opções de canal de atendimento: a Agência Digital ou um Correspondente Caixa Aqui.
Você também poderá escolher no aplicativo a agência física da Caixa onde será assinado o contrato.

fonte: https://fdr.com.br/

Autorizado pela Justiça usar o FGTS para pagar imóveis

Autorizado pela Justiça usar o FGTS para pagar imóveis. A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu o direito de uma mutuária da Caixa Econômica Federal (CEF) a utilizar os valores contidos em sua conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortização do saldo devedor referente ao contrato de financiamento de seu imóvel residencial. A decisão manteve a sentença do Juízo Federal da 3ª Vara da Subseção Judiciária de Uberlândia/MG.
Em seu recurso ao Tribunal, a Caixa argumentou que o saldo da conta vinculada do  FGTS somente pode ser movimentado para amortizar as prestações de contratos habitacionais firmados no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), diferentemente da hipótese dos autos.

Ao analisar o caso, o relator, juiz federal convocado Ilan Presser, destacou que a Lei nº 8.036/90, que dispõe sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, no seu art. 20, elenca as situações em que o trabalhador poderá movimentar o saldo de sua conta vinculada ao  FGTS, não se verificando, na referida legislação, a existência de nenhuma vedação à utilização desses recursos para a quitação de prestações de financiamento imobiliário fora do âmbito do SFH.
O magistrado ressaltou, ainda, que o Decreto Regulamentador nº 99.684, de 8 de novembro de 1990 autoriza expressamente que o saldo da conta vinculada ao FGTS pode ser utilizado no pagamento total ou parcial do preço de aquisição de moradia própria.

FINANCIAMENTOS IMOBILIÁRIOS BATEM RECORDE

Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança atingiram R$ 12,9 bilhões em setembro, recorde da série histórica iniciada em julho de 1994, informou a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) nesta terça-feira (27).
O recorde anterior era de agosto, quando atingiu R$ 11,7 bilhões.
O número representa uma alta de 70,1% em comparação a setembro de 2019. Em comparação a agosto, o avanço foi de 10,2%. No mês, foram financiados 42 mil imóveis, alta de 54,6% em relação a setembro de 2019.
Ainda segundo a associação, os empréstimos destinados à aquisição e construção de imóveis somaram R$ 78,8 bilhões de janeiro a setembro deste ano – marca que supera o resultado do ano passado inteiro para a linha. No período, foram financiadas 279,1 mil unidades, alta de 34,4% na mesma relação.
Já no acumulado dos 12 meses encerrados em setembro, essa modalidade somou R$ 102,8 bilhões, um avanço de 44,1% em comparação aos 12 meses anteriores. Foram 369,3 mil imóveis no período ( 34,8%).
A Abecip também informou que a captação líquida do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) ficou positiva em cerca de R$ 10 bilhões em setembro – melhor resultado para o mês na série histórica, iniciada em julho de 1994.
Entre janeiro e setembro, a captação líquida somou R$ 105,8 bilhões, também a melhor marca para o período. O recorde anterior era de 2013, quando o balanço dos primeiros nove meses do ano havia sido positivo em R$ 36,9 bilhões.
Em nota, a Abecip afirmou que, ao que tudo indica, a captação líquida das cadernetas continua refletindo os efeitos da redução do consumo e de uma maior preocupação financeira diante da crise do coronavírus.
“Esses fatores, conjugados com a queda da rentabilidade das demais aplicações e com as perdas no mercado acionário, podem estar levando parte das pessoas a aumentar seus depósitos nas cadernetas. Isso sem esquecer o provável impacto do pagamento do auxílio emergencial nas aplicações”, afirmou a associação em nota.

Fonte: https://tododia.com.br/

Juros baixo mantém venda de imóveis durante a pandemia

A pandemia do novo coronavírus tem causado prejuízos em boa parte da economia mundial, com redução nas vendas, da atividade industrial e aumento do desemprego. Contudo, um setor tem se destacado por conseguir se manter estável mesmo durante o período mais crítico da crise: a indústria imobiliária. 
De acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), apesar de ter sido registrada uma redução de 43,9% no lançamento de imóveis novos, nos primeiros seis meses de 2020, quando a crise da covid-19 atingia seu ápice, a queda na venda de imóveis foi de apenas 2,2%, em comparação com o mesmo período do ano passado. 
Já em setembro, os dados que começam a ser publicados pelas entidades regionais que representam o setor imobiliário já mostram um cenário de recuperação. Em São Paulo, o mês foi de forte recuperação tanto no número de lançamentos, que foram 40,4% maiores do que em setembro do ano passado, como de vendas, 19,2% maiores. Os dados são do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP)
Selic em 2%
Para Celso Petrucci, vice-presidente da área de Indústria Imobiliária da CBIC e economista chefe da Secovi-SP, o principal fator que explica a recuperação rápida do setor é o juros baixo, que permitiu o financiamento de imóveis a custos mais amigáveis. “Isso está acontecendo por conta da Selic muito baixa. A inflação também está sob controle, por mais que tenha variado agora. A taxa de juros do financiamento imobiliário nunca esteve tão baixa e tem muito recurso entrando na caderneta de poupança”, avalia Petrucci. 
Em agosto, a Selic chegou em 2% – seu menor patamar desde 1998. Além disso, no começo de outubro, a Caixa Econômica Federal diminuiu 6,5% para 6,25% a taxa de financiamento da casa própria para pessoa física.
“Temos certeza que no terceiro trimestre que aqueles 44% de defasagem nos lançamentos vão diminuir e que o setor supere o número de vendas em 2019”, calcula o economista.
O aumento nas vendas tem acontecido especialmente nas regiões de maior renda do país. É o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), que registrou aumento de 34,8% no comércio de imóveis de alto padrão.
Vendas pela internet
De acordo com Petrucci, nesse período de pandemia os portais e aplicativos de busca imobiliária quebraram recorde de acesso. Isso porque os consumidores têm preferido fazer um primeiro contato pela internet do que nos estandes de venda.
“Hoje a jornada do comprador é feita muito mais pelo meio digital do que presencialmente. As empresas que estavam mais evoluídas em questão de tecnologia foram as que venderam mais no primeiro semestre”, afirma.
Fonte: https://obrasilianista.com.br/

Inter reduz taxa do crédito com garantia de imóvel de 1% para 0,59% ao mês

Inter reduz taxa do crédito com garantia de imóvel de 1% para 0,59% ao mês
O Inter reduziu o empréstimo com garantia de imóvel (home equity) de 1% para 0,59% ao mês, tanto para imóveis quitados ou financiados. O banco também anuncia uma nova linha de crédito imobiliário, com taxa de juros fixa de 4% ao ano, indexada à variação da poupança mais taxa referencial.
O banco é mais uma alternativa para quem busca os produtos. Em julho, a Caixa anunciou a entrada no crédito com garantia de imóvel com taxa de 0,60% ao ano. Em setembro o Itaú lançou uma linha de financiamento de imóvel indexada à poupança com taxa fixa de 3,99% ao ano.
Empréstimo com garantia de imóvel
• Taxa pré-fixada de 0,59% a.m.
• Tabela Price
• Empréstimos de até 50% do valor do imóvel (mínimo R$50 mil)
• Prazo máximo de 72 meses (6 anos) para essa taxa
• Para pessoas físicas ou jurídicas
• Imóveis novos ou usados, residenciais ou comerciais
• Imóveis ainda financiados ou já 100% quitados;
•Também é válido para a portabilidade (pessoa física)
Financiamento Imobiliário
• Taxa pré fixada de 4% a.a, com juros atrelado ao rendimento da poupança + TR
• Financiamento de até 70% do imóvel
• Disponível para novos financiamentos e para portabilidade de financiamentos
• Disponível no sistema SAC
• Disponível somente para imóveis residenciais (PF)
• Prazo mínimo de 1 ano e máximo de 30 anos
• Valor mínimo de R$ 50 mil
O banco continua a oferecer opções de financiamento com taxas de 5% ao ano mais IPCA, voltada para quem pretende quitar em um prazo menor em um cenário de inflação controlada.
 
Fonte: https://exame.com/

Seis meses de carência para financiamentos de imóveis


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (9) que dará seis meses de carência para financiamentos de imóveis novos, tanto para pessoas físicas, como jurídicas. A novidade faz parte do pacote de novas medidas focadas especialmente no crédito imobiliário na tentativa de combater os efeitos econômicos da pandemia do coronavírus.

O que fazer na quarentena

Ficar em casa para muitos é uma tortura, porém, em tempos de quarentena é necessário o afastamento. Nesse período de isolamento social, é preciso se reinventar e redescobrir maneiras de viver. Não deixe o medo dominar você, dias melhores estão por vir, siga com fé. Pensando nisto, abaixo segue uma lista 05 coisas para fazer nesta quarentena.:
Aprenda a preparar uma sobremesa
A maioria das pessoas que sabem cozinhar não sabem fazer sobremesas. Acredite, para muitos fazer um pudim, um mousse, ou, ate mesmo, um brigadeiro de panela é algo de outro mundo. Não perca essa oportunidade, esse é um bom momento. Dá uma olhada em um livro ou as caixas de leite condensado e creme de leite, que sempre veem com boas receitas. Faz uma busca na internet, o EM TEMPO tem dicas maravilhosas.
Arrume o guarda – roupa
Fala a verdade, você nunca tem tempo de arrumar o guarda-roupa. Existem peças em desuso, outras descosturadas, e ainda aquelas que você guarda para quando emagrecer ou engordar. Limpa tudo, tem muita gente aguardando essa doação de roupas. Ou, se preferir, pode montar novos looks com o que você tem guardado.
Leia de tudo
Pode aproveitar o tempo para ler livros, revistas, blogs ou artigos. Tem curiosidade sobre algum assunto, é sempre bom ler, estudar e entender. A leitura nos leva ao conhecimento e a altas conversas.
Faça cursos on-line
Aperfeiçoe o conhecimento. Quer aprender a se maquiar, cozinhar, fotografar ou qualquer outra coisa. Hoje, com a tecnologia avançada, existem ferramentas que possibilitam fazer um curso em sair de casa. Então, aproveita e faz aquela pós dão desejada que está prometendo há anos.
Cuide-se
Nunca esqueça de você. Faça as unhas, pinte, corte ou hidrate o cabelo, coma e durma bem. Uma esfoliação corporal é uma ótima pedida também. Não esqueça de beber água, a hidratação é essencial. Ligue para quem você ama ou faça um vídeo chamada. Tudo vai passar, emane positividade.

Localização do Imóvel

Além da quantidade de quartos, número de vagas, área de lazer, entre outros aspectos, a localização do imóvel é também um dos pontos mais importantes na hora de comprar. Nesse momento, o comprador deve levar uma série de fatores em consideração, de forma que a nova moradia atenda suas necessidades, proporcionando mais praticidade e comodidade em sua vida. Confira abaixo os principais pontos na hora de escolher a localização do seu imóvel:

Segurança:

A segurança é um fator fundamental na escolha de um imóvel. Nesse sentido, os bairros bem localizados tendem a ser mais seguros, pois contam com policiamento ostensivo e, em alguns locais, até com proteção particular.

Valorização:

Todo mundo quer morar em um imóvel bem localizado. Desse modo, a procura por bons bairros é maior do que a oferta. Além disso, esses locais têm um crescimento constante, com o surgimento de novos estabelecimentos comerciais, escolas, parques etc..

Assim, é natural que as propriedades acabem sendo cada vez mais valorizadas com o tempo, sendo também um excelente investimento.

Comodidade:

Ter comodidade é um dos itens essenciais na hora de escolher a localização do seu imóvel. Isso quer dizer que você pode fazer várias atividades sem a necessidade de enfrentar trânsito, grandes deslocamentos ou ter dificuldade em estacionar o carro, já que você pode fazer muitas coisas a pé. Até mesmo o lazer fica mais facilitado, pois há diversas opções de bares e restaurantes bem próximos da sua nova moradia!

Estrutura:

A localização do imóvel também está diretamente relacionada à infraestrutura do bairro. As regiões bem localizadas contam com boas condições das ruas e calçadas, iluminação pública, sinalização, transporte, arborização e área de lazer.

Embora sejam parecidas e estejam correlacionadas, a simulação de financiamento e a análise de crédito não são a mesma coisa. A confusão entre elas é comum, principalmente quando é preciso contratar um serviço como esse pela primeira vez.

Simular um financiamento e fazer a análise de crédito são importantes ações aliadas de quem está querendo dar um passo importante na vida em busca da sua casa própria, mas não tem disponível o valor total necessário para fazer a compra à vista.

O alto índice de inadimplentes e negativados no Brasil faz com que as empresas que oferecem créditos sejam mais criteriosas na hora de liberar um valor e conceder o crédito para a compra de um imóvel.

No entanto, não é preciso se preocupar. Neste post você vai entender melhor cada uma dessas modalidades para se planejar antes de contratar um financiamento do jeito certo. Um pouco de organização e preparação facilita o processo, afinal, o crédito é uma ferramenta importante para mover nossa economia, mas deve ser utilizado com cuidado. Acompanhe e saiba mais sobre o assunto!

QUANTO VOCÊ PODE PAGAR?

Antes de buscar um banco ou uma financeira para tentar um financiamento, você precisa ter o orçamento pessoal organizado para saber o quanto da sua renda mensal poderá ser comprometido no pagamento de uma parcela na compra de um imóvel.

O trabalho é simples: anote diariamente seus gastos, mesmo aquele cafezinho na padaria. Ao final do mês, você consegue ver a quantia que gastou e o quanto é possível destinar para a compra de um imóvel.

O QUE É O FINANCIAMENTO?

O ato de financiar uma compra é adquirir um bem ou serviço prometendo um pagamento parcelado ao credor com acréscimo de juros ao valor final. A diferença principal para um empréstimo é que o dinheiro disponível para o cliente deve ter uma destinação comprovada.

São vários os tipos de financiamento, feitos por bancos privados e públicos ou outros agentes financeiros. O primeiro passo para conseguir um financiamento é fazer uma simulação, e depois partir para a etapa seguinte, que é a análise do crédito.

QUAIS OS TIPOS DE FINANCIAMENTO?

Atualmente existem duas modalidades de financiamento. A primeira considera a tabela Price, que traz parcelas com valor fixo. Já a segunda é feita pelo Sistema de Amortização Constante, conhecido como SAC. Nessa opção as parcelas diminuem ao longo do tempo.

Existem bancos que oferecem financiamento imobiliário com as duas opções, enquanto outros optam apenas por uma modalidade. Por isso, é fundamental que você faça simulações de financiamento em mais de uma instituição financeira. Dessa forma, é possível comparar as condições oferecidas por cada banco e ter a certeza na hora de escolher a que melhor se adequa ao seu orçamento.

É importante ressaltar que, independentemente da modalidade de financiamento contratada, toda e qualquer parcela será sempre corrigida pelas taxas de inflação, de modo que o seu financiamento trará reajustes anuais. Por isso, nunca deixe de conferir no seu contrato de financiamento quais são as datas de reajuste. Dessa forma, você se prepara melhor e evita surpresas desagradáveis.

O QUE É SIMULAÇÃO DE FINANCIAMENTO?

A simulação de financiamento é uma forma de saber, antes de fazer a análise de crédito, quais condições de pagamento você terá para quitar o valor do bem a ser comprado. As informações mais importantes adquiridas em uma simulação de financiamento são:

  • o número total de parcelas a serem pagas;
  • o valor total de quitação do bem;
  • o valor de cada prestação;
  • os juros embutidos.

Geralmente, quem faz uma simulação de financiamento está sozinho e não tem o acompanhamento de um profissional da área — deixando, assim, de se considerar informações importantes para aumentar a precisão do cálculo para o empréstimo.

Caso opte por estudar sozinho essas condições, você terá um resultado que demonstra apenas os valores aproximados das parcelas, bem como do número de prestações equivalentes. Ou seja, não há tanta precisão na simulação do financiamento.

No entanto, contar com a ajuda de um especialista é importante para que você tenha uma ideia do que pagará e como — o que ajuda você a se preparar antes de fazer uma análise de crédito.

POR QUE SIMULAR FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO?

Não é preciso dizer que um financiamento imobiliário corresponde a uma despesa de grande porte para qualquer família que opta por essa modalidade na hora de adquirir um imóvel. Afinal de contas, quem escolhe financiar uma casa ou apartamento sabe que não tem condições imediatas de comprar o imóvel à vista.

Nesse sentido, o ato de simular o financiamento do seu imóvel é um importante passo de planejamento no caminho de uma decisão tão significativa na vida financeira de uma família.

Com o simulador de financiamento, é possível conhecer os detalhes de cada parcela, analisando os juros que incidem em cada uma delas e as possibilidades de quitação antecipada. Outro ponto importante é conhecer, também, as penalidades decorrentes de atrasos e as alternativas de negociação.

Vale ressaltar que, independentemente do banco escolhido, as parcelas jamais poderão ultrapassar o limite de 30% do seu orçamento mensal. Por isso, é fundamental realizar a sua simulação levando em consideração a renda familiar!

Outro motivo para fazer a sua simulação de financiamento é desviar das burocracias dos bancos.  Com uma simulação em mãos, você já sabe exatamente quais os documentos necessários, quais as condições de financiamento e o que você deve fazer daqui para a frente. Isso já faz com que várias etapas sejam eliminadas, aproximando você do sonho da casa própria.

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS FORMAS DE SIMULAR UM FINANCIAMENTO?

Veja, a seguir, quais são as principais maneiras de fazer uma simulação do seu financiamento.

SIMULAÇÃO ONLINE

A maioria dos bancos e das financeiras especializadas em realizar empréstimos e financiamentos disponibiliza uma calculadora online nos seus sites para ajudar e tirar algumas dúvidas dos interessados.

A simulação de financiamento pode ser feita pelo computador — ou por meio de um dispositivo móvel — e não há contato direto com nenhum profissional.

O SIMULADOR DE FINANCIAMENTO

Como falamos anteriormente, existem diversas opções de plataformas para você simular um financiamento de imóvel. A Caixa Econômica Federal,  por exemplo, traz um simulador bastante completo em seu site.

Basta informar alguns dados, como o valor do imóvel pretendido, o prazo de pagamento, a localização e a renda bruta familiar, além de algumas informações pessoais para consulta e contato, que a ferramenta já apresenta as possibilidades de financiamento para você.

Como financiamentos são baseados em um parcelamento para a aquisição do imóvel, é fundamental entender que o prazo simulado para pagamento interferirá fortemente no resultado. Quanto menor for o número de parcelas, menor será a incidência de juros. Entretanto, maiores serão as parcelas mensais. Analisar as opções antes de decidir pelo financiamento ideal para você é sempre o caminho mais indicado!

SIMULAÇÃO PRESENCIAL

Mesmo que você vá a uma agência e faça uma simulação presencial, isso não significa necessariamente que você conseguirá a liberação do crédito — isso porque será apenas uma simulação das condições de pagamento, o que não envolve pesquisas mais apuradas sobre o seu perfil de crédito.

No entanto, em comparação com a simulação online, você terá um pouco mais de precisão nas informações. É possível fazer simulações de financiamentos:

  • imobiliários (residencial ou comercial);
  • de carros (particular ou de trabalho);
  • estudantis (no Brasil ou exterior);
  • de abertura de empresa;
  • de viagem.

O QUE É ANÁLISE DE CRÉDITO?

A análise de crédito também pode ser realizada online ou de forma presencial. Sua principal diferença para a simulação de financiamento é que nessa etapa você tem o acompanhamento de um profissional da área — ele vai verificar o que você deseja e o quanto pode pagar, levando em consideração uma série de fatores no processo para, finalmente, liberar o crédito.

Ou seja, a agência deve avaliar o potencial retorno do crédito cedido, bem como os riscos envolvidos na operação, baseando-se nas informações do seu perfil de crédito. Basicamente, essa etapa dirá se você tem direito ao financiamento desejado ou não.

O QUE É LEVADO EM CONSIDERAÇÃO NA ANÁLISE DE CRÉDITO?

Como foi dito antes, vários fatores são estudados na análise de crédito para que um financiamento seja aprovado. Confira agora os principais fatores que indicam a possibilidade de obter um financiamento.

DADOS PESSOAIS

O primeiro passo da análise de crédito é entregar os dados pessoais solicitados pelo corretor ou pelo agente responsável pela verificação. Normalmente, as informações solicitadas são:

  • nome completo;
  • número de RG;
  • número do CPF;
  • data e local de nascimento;
  • nomes completos do pai e da mãe;
  • informações sobre cônjuge e filhos;
  • endereço físico (onde mora);
  • número de telefone;
  • endereço de e-mail;
  • profissão;
  • empresa em que trabalha;
  • informações sobre a renda.

Além disso, a agência deve solicitar alguns contatos que servirão como referência para a confirmação das informações entregues.

HISTÓRICO DE COBRANÇAS

No próximo passo da análise de crédito, a agência faz uma varredura nos sistemas do SPC e Serasa para identificar possíveis pendências no seu nome, como dívidas que estão em aberto e renegociações.

Ter passado por esses bancos de dados negativos não significa que você estará impedido de ter acesso ao financiamento. O problema é quando os registros são frequentes e as renegociações não são respeitadas.

Quanto mais registros você tiver, maiores serão os riscos para a instituição e mais difícil fica de conseguir o financiamento.  Por outro lado, caso você nunca tenha passado por eles, tudo será bem mais fácil.

CONFIRMAÇÃO DAS INFORMAÇÕES CEDIDAS

Lembra quando falamos das referências solicitadas? Se você passar pela análise de pendências no seu nome, o banco ou a financeira dará início à verificação das informações que você entregou.

Isso inclui ligar para a empresa em que você trabalha para confirmar informações e fazer contato com vizinhos para ter certeza de que você mora onde diz.

CONSULTAS VEICULARES

Algumas empresas, dependendo da compra a ser feita, também podem checar a situação do candidato ao financiamento junto ao departamento de trânsito local — se está com os impostos em dia, se realizou o pagamento do Renavan, entre outras informações.

PERFIL DE CRÉDITO PARA SIMULAÇÃO DE FINANCIAMENTO E ANÁLISE DE CRÉDITO

Se mais uma vez tudo estiver certo, a agência passa a confrontar as informações de quanto você recebe com o valor do bem que deseja financiar para buscar um equilíbrio com relação ao valor e ao número de parcelas — a intenção é adaptar tudo isso ao seu potencial de pagar sem grandes esforços.

Ou seja, a ideia é que o financiamento caiba no seu bolso e que você não precise passar tantos apertos para pagá-lo. Por uma questão de segurança, bancos e financeiras estabelecem um limite no qual o valor da prestação não pode exceder 30% da sua renda total — essa é uma forma de reduzir os riscos de inadimplência.

GARANTIAS OFERECIDAS

Muitos bancos e financeiras exigem garantias de que o financiamento será quitado caso o cliente perca o seu trabalho e deixe de ter renda fixa, por exemplo. Geralmente as garantias dependem do valor financiado, mas pode ser oferecido um imóvel, um veículo, contas de investimento e bens de valor.

DOCUMENTOS PESSOAIS

Se você chegar até essa etapa, é sinal de que foi bem avaliado e conseguiu a liberação do crédito para o financiamento desejado. Agora é só entregar os documentos originais exigidos para a formação do contrato. Veja os principais logo abaixo:

  • RG e CPF (carteira de habilitação com foto também serve);
  • contracheque ou outro documento que comprove a renda;
  • comprovantes de endereço físico (conta de água, energia e telefone originais e pagos servem);
  • documentos que provem a propriedade legal das garantias, se forem exigidas.

Por fim, lembre-se de ler o contrato por inteiro e de só assinar quando não houver nenhuma dúvida a ser esclarecida. Também seja o mais sincero possível para não comprometer a sua imagem e para facilitar a liberação do crédito.

Como você viu ao longo do artigo, a simulação de financiamento  e a análise de crédito têm suas particularidades e uma depende da outra para ajudar o cliente a tomar as melhores decisões.

Na hora de comprar um imóvel, é fundamental simular o financiamento e analisar as opções disponíveis para você. A análise de crédito também ocupa um espaço importante nesse momento, podendo ser a diferença entre uma compra de sucesso e o fracasso da sua empreitada.

Como decorar seu novo imóvel?










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Dicas de decoração para casa são essenciais para quem está reformando ou mesmo quer mudar um pouco o estilo de decoração. Mas ao contrário do que muita gente imagina, em dicas de decoração para casa não é necessário sempre fazer grandes reformas, pois, apenas mudando alguns pequenos detalhes, ou mesmo investindo em novos objetos decorativos já é possível garantir um novo visual para o lar.
 
E para te ajudar separamos uma lista com dicas de decoração para casa onde você vai conferir qual a melhor maneira de decorar a casa
 
1. Defina qual o estilo de decoração você quer.
Uma das primeiras dicas de decoração para casa é saber qual o estilo de decoração você procura, se você prefere uma casa rústica, moderna, minimalista ou mesmo com uma decoração industrial, pois assim facilita na hora de escolher móveis, objetos decorativos, cores e revestimentos.
 
2. Escolha móveis com o mesmo estilo
Uma dica de decoração para trazer mais harmonia aos ambientes é escolher móveis que possuam o mesmo padrão.
 
3.Invista em um bom projeto de iluminação
A iluminação é uma das dicas de decoração mais importantes, pois ela pode influenciar tanto na sensação de conforto quanto na beleza dos ambientes. Principalmente de lugares como os corredores.
 
4. Escolha as cores da decoração
Uma boa dica de decoração é definir qual a paleta de cores que irá compor os ambientes, facilitando na hora de escolher móveis e objetos decorativos e também facilitando na escolha de cores que vão complementar a cor principal.
 
5. Saiba escolher aparelhos eletrônicos
O design dos seus aparelhos eletrônicos pode influência muito na decoração do seu lar, principalmente quando falamos em dicas de decoração para cozinha.
 
6. Integre os ambientes
Quer mais sensação de amplitude para a sua casa? Então, uma das dicas de decoração mais importantes é integrar os ambientes aproveitando melhor o espaço dos cômodos
 
7. Planeje a circulação pelo ambiente
Muitas vezes esquecemos, mas planejar a decoração do ambiente pensando em como ficará a circulação pelo espaço é muito importante para deixar a casa mais funcional e prática para o dia a dia.
 
8. Pense em uma decoração que traga conforto
Sempre que estamos buscando dicas de decoração é importante que a gente pense também em técnicas para deixar os ambientes mais confortáveis, para isso, invista em uma boa iluminação, almofadas, móveis de qualidade, tapetes entre outros.
 
9. Busque inspirações
Uma das principais dicas de decoração para casa é sempre ir atrás de inspiração, porque assim você consegue ter novas ideias e talvez até investir em um estilo novo que você nem pensava que poderia ficar legal na sua casa.